quinta-feira, 28 de abril de 2011

Irmã, amiga e mãe

Gossip Girl, Beatles, Bandolins, Livros, Comida, Chanel, Sex and City, Samba, Corinthians ...

Nada disso tem sentido sem você, Blair.



                                                                                                 J.O.

minha estranha favorita

São 11:46 pm, e eu ainda choro com as coisas do passado que estão de volta. Talvez eu não tnha percebido, mas tudo mudou. Eu não consigo parar de pensar nesse "ciclo" que nunca chega a um fim. Lembrei de quando eu tinha amigas, sim eu já tive, vivíamos juntas, elas na minha casa, eu na delas, parecia que todo dia era férias, como férias verão que sempre tem alguma coisa nova e divertida pra fazer. Não estávamos sozinha, tínhamos umas as outras e isso era o que mais importava.
Jéssyca, Merlayne, Larissa, Fernanda e Adna.
Cada uma tinha seu jeito mas algo que conectou mais a Fernanda, não sei se era o jeito irmã mais velha que ela tinha, mas desde que nós conhecemos eu nunca mais quis ficar longe dela. Tudo bem que nem tudo eram flores, mas tentávamos de tudo para mudar o mundo do nosso jeito. Fazíamos de tudo, quando a preguiça não batia é claro, mas sempre tinhamos um tempo nosso, para fotos, conversas, risadas, comidas malucas e lágrimas, MUITAS lágrimas, chorávamos quando tudo não ia bem e quando tudo ia bem também, até hoje não entendo bem o porquê disso, mas isso me fazia bem, muito bem. Cada vez mais a via como uma irmã, que as vezes era chata, mas uma irmã. Tinhamos o nosso jeito de ser e isso incomodava muita gente, até de de repente tudo ficou estranho demais. De irmãs passamos a ser estranhas colegas de turma, então percebi que toda aquela amizade estava chegando no fim. Passaram, dias, meses, até que desisti. ( me lembro como se fosse hoje, você chegou na sala contente e contou para todas a garotas que estava namorando, menos a mim, sua irmã, ou ex- irmã) Foi quando percebi que aquele ali não era mais o meu lugar, não davamos mais abraços de graça no intervalo e nem pediamos lanches aos pirralhinhos do maternal, aquele lugar que foi palco de tantos momentos eu já não conhecia mais ... Pedi então transferência e nada doeu mais do que sair e deixar você lá, deixar o lugar onde nos conhecemos, doeu demais abandonar nossa amizade.
Então se foi um ano, um ano perdido, um ano sem teu ombro amigo, sem ter com quem conversar na aula e chorar no banheiro. Foram dias de luta, mas meu orgulho não me deixava voltar. Tantas vezes sofri com fotos suas e suas novas amizades, você parecia tão bem sem mim. É, eu senti muito sua falta, e ainda sinto e por mais que eu tenha sido uma estranha para você - como você também foi para mim- eu jamais esqueci de todos momentos da nossa amizade. Espero que um dia a gente se entenda, ou não. Talvez nosso tempo já tenha passado e você tenha novas meninas com quem conversar, mas aonde quer que você esteja eu quero que saiba que eu nunca te esqueci.



Dedicado à Fernanda Gonçalvez.

" Ela foi minha amiga, e será para sempre meu anjo da guarda."

                                                                                                                                              J.O.

sábado, 16 de outubro de 2010

Ofício 04 - O que os olhos não conseguem ver

O que os olhos não conseguem ver
A vida esfrega na sua cara
Pode crer, não é fácil acordar e perceber
Que você não é capaz de olhar para traz 
E separar o que foi real
Do que não passou de ilusão
Procurar motivos pro que aconteceu 
É não deixar a ferida se fechar 
Se algo existiu, eu sei que já morreu
Não procuro mais respostas pro que já se respondeu

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Only yesterday

Only yesterday 
(tradução)
A esperança era tudo, até que você surgiu
Talvez não dê para perceber o quanto você significa pra mim
Você foi a aurora rompendo a noite
A promessa de luz da manhã
Preenchendo o mundo à minha volta
Quando te abraço

Chuck Bass




Isso não sai da cabeça *.*
I love you